No soar...
Quebra-se o véu
E configura-se todo um novo mundo.
Não importa o que havia
Nada mais têm importância
Tudo que repousava entrou em movimento.
Que Quimeras surgirão?
Que pessoas estarão envolvidas?
Como um pequeno artífice vai o músico desenhando seus limites
E fim?
A canção não finda no último acorde
E uma vez tocada, se hospeda nas mentes e corações das pessoas
Onde elas recriarão sobre as fundações.
Trarão adereços
Responderão questões
Chorarão pra então sorrir.
Até que redescubram o silêncio
e ficarão em paz...
...até que se toque uma nova música.
(Igor Motta)
Nenhum comentário:
Postar um comentário