sábado, 20 de março de 2010



Talvez fosse um dia comum naquele lugar. Os mesmos pastores com suas roupas maltrapilhas, o mesmo campo bucólico que era usado como pasto, o mesmo rebanho que se farta do verde a sua volta á sombra da igrejinha.

E não fora o trem com sua ritmada música, quebrando os grilhões do silêncio naquele campo. Nem foram os sinos que dobravam no horário das orações ou qualquer outro som que por ventura se apresentasse.

Fora ela, a mais diferente ovelhinha que quebrara a rotina, aproximando-se daqueles homens. Talvez quisesse participar de sua diversão, rir de suas piadas ou apenas exercer seu direito de ser diferente.

Talvez fosse ela as cornetas da mudança, anunciando o progresso onde não mais precisaria pertencer a qualquer grupo nem se submeter a um padrão imposto por qualquer pastor.

Talvez ela se seja o símbolo da revolução.

5 comentários:

  1. Identifico-me imensamente com essa ovelha negra.

    Beijos!

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  2. o foda de ser a ovelha negra, é que nem todo mundo gosta do que é diferente. às vezes é um saco, e às vezes me orgulho horrores ^^

    amo vc
    ;*

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  3. ser uma ovelha negra tá ficando meio comum, mas vc pensa demais fora da caixinha, então vc vai passar disso... ¬¬
    eu nem faço senso mas ok
    amei mesmo.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Dizem que eu sou a ovelha negra,mas não acho que seja verdade...Ah, problema é de quem acha!
    Gostei da foto e do texto :D
    Beijão!

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